segunda-feira, 30 de março de 2020

CORONAVÍRUS = COVID 19

O texto não é meu, deixo-vos a fonte. Vale a pena visitar...

Fonte: http://jardim-espirita.blogspot.com/


VISÃO ESPÍRITA SOBRE O CORONAVÍRUS – COVID-19

          O Espiritismo, ao nos ensejar o exercício da fé raciocinada, ensina-nos a ampliar a compreensão dos fatos históricos e contextos sociais, convidando-nos à prudência, à confiança e à serenidade mediante as experiências educativas do mundo, de modo a aperfeiçoarmos as nossas competências espirituais. - Federação Espírita Brasileira.

                            

           Assim, para nós espíritas essa pandemia espalhada por todo o planeta, em que todos os continentes, raças, classes sociais estão sofrendo com o covid-19, é uma provação para a humanidade, uma experiência educativa para o mundo, para aperfeiçoarmos as nossas competências espirituais. É um fenômeno para o progresso da humanidade. Nós vivemos ainda em um mundo de provas e expiações, e o sofrimento é uma das condições deste estágio evolutivo de mundo, em que ainda precisamos provar e expiar para aprendermos e evoluirmos. Mas, o planeta Terra está em processo de mudança para um mundo de regeneração.

           A Associação Médico-Espírita do Brasil (AME-Brasil), em sua última nota publicada, falou:
          Também é de grande importância relembrar que este tipo de fenômeno é ferramenta para acelerar o progresso da humanidade, que neste momento encontra-se em processo de transição. Estamos passando por uma experiência nova, na qual ainda temos muito que aprender. Que possamos vibrar positivamente, mantendo a fé e a esperança e aproveitar a oportunidade para desenvolver em nós inteligência, paciência, resignação, abnegação e o amor ao próximo.

          Nisso para deixarmos esse mundo de provas e expiações para traz que é de sofrimento, precisamos aprender mais sobre o amor, e a nos melhorarmos como indivíduos, progredir espiritualmente, expurgar os males que ainda carregamos. Divaldo Franco (em uma entrevista concedida à D’Ponta Web News. Ponta Grossa. Paraná), diz: “Que é uma crise, que antes de um grande salto, tem um problema. Essas crises nos ajudam a evoluir. Então essa é uma crise inesperada, porém, providencial, para chamar as criaturas todas do mundo que os valores mais resistentes são os valores do ser. (...) Então, o Espiritismo verifica como fenômeno natural, que sempre houve epidemias, pandemias (...) Então, são fenômenos ‘creio’ da própria evolução do planeta. E chegará um dia que tudo isso será superado.”

          A construção para o mundo de regeneração conta-se que vem de alguns séculos já, é um trabalho lento e que vai no ritmo de acordo com o processo evolutivo da humanidade. Nós como humanidade, com o coronavírus, temos que provar em conjunto, mas vamos superar, como aconteceu tantas outras vezes pela história do planeta. Nós progredimos pelo amor ou pela dor. Nisso somos mais aptos a escutar a dor do que o amor, ainda isso é da natureza humana. Mas, com esta situação em que estamos todos vivendo por todo o planeta, temos a possibilidade de amar, muito mais, de colocar a luz que carregamos para iluminar esta escuridão em que estamos atravessando. E podemos fazer isso ficando em casa, sair de casa só em caso de necessidade. Se você pode ficar em casa, fique. Pedir para ficar em casa, não é algo fácil, e cada um sabe de suas necessidades, nem todos tem reserva financeira, nem todos tem uma casa confortável para ficar. Mas, se você pode ficar em casa, fique colocando o seu amor em prática, em apenas ficando em casa.

                             


         Das pandemias que a humanidade já enfrentou, não queremos chagar a esses números de mortos, por isso do isolamento social, algumas foram (fonte da revista exame):
- Peste negra, que surgiu em 1346. A doença foi provocada por uma nova cepa da bactéria.
- No século 16, os historiadores desistiram de catalogar o surgimento de novas doenças, tal a quantidade delas. A boa notícia é que as pragas não eram tão virulentas. Ocorreram surtos de febre amarela, tifo, sarampo, hepatite e lepstospirose principalmente na Europa. Cerca de 3 milhões de pessoas morreram.
- A gripe espanhola, provocada por um vírus, assombrou o mundo em 1918, ao final da Primeira Guerra Mundial. Mais de 75 milhões de pessoas morreram, globalmente.
- Gripe Asiática, em 1957.A gripe asiática também teve início na China e matou até 2 milhões de pessoas no mundo, principalmente idosos.
- Gripe de Hong Kong, em 1968 -1969. Tenha matado 1 milhão de pessoas entre 1968 e 1969. É provável que o vírus que causou a doença tenha evoluído da gripe asiática.
- Gripe Suína, em 2009. Quase 300 mil pessoas morreram. O fim da pandemia foi decretado pela OMS em agosto de 2010.

          Com a tecnologia, com o poder da comunicação em massa em nossas mãos a todo o momento, temos mais a possibilidade de nos prevenir, de aprender a nos prevenir e proteger os nossos amados e todos os outros, e de aprender com tudo isso. No estágio evolutivo em que estamos, e com todo conhecimento em que temos não precisamos mais repetir os números de mortos das outras pandemias. Vamos fazer tudo que está ao nosso alcance para não chegar ao número de mortos das outras pandemias. O que está acontecendo é para aprendermos, hoje carregamos mais amor que antes, por isso nos preocupamos mais com as vidas, com as pessoas, porque cada vida importa, estamos dando mais valor a vida, pelo fato de haver mais amor no mundo, o Espírito Bezerra de Menezes tem transmitido a mensagem de que nunca se viu tanto amor na Terra como tem nos últimos dias. Embora, certos ecos negativos ainda ecoam, mas tenhamos a certeza de que temos tanto amor em nosso ser imortal, hoje podemos amar muito mais e muito melhor do que antes, pois já aprendemos com tantas coisas vividas pela história da humanidade. Com essa pandemia do covid-19, só é nos pedido para ficar em casa, para lavarmos as nossas mãos, e quanto mais seguimos as orientações da OMS, mas cedo pode-se controlar essa pandemia, tudo que isso acarreta vale a pena para não chorarmos a partida de pessoas que amamos, ou vermos nossos irmãos a chorar pelos seus entes amados.

          É o momento de termos e aprendermos o que é empatia, de nos colocarmos no lugar do outro. É o momento de termos e aprendermos o que é ser altruístas, de ter atitudes que visa o bem-estar do próximo, sem interesse particular.

                            

         É o Cristo Jesus, a nos chamar mais uma vez para amar o próximo como a nós mesmo. Este é mais um chamamento, e tenhamos a confiança de que estamos amando mais, de que somos capazes de renunciar o nosso cotidiano, renunciar o material (com o que está acontecendo de não podermos desempenhar momentaneamente as nossas atividades de trabalho), renunciar a nossa rotina para o bem do próximo. Estamos aprendendo e colocando valores imortais em prática, valores em que levaremos para todo o sempre da nossa senda evolutiva. Jesus nunca se cansa de nós, e vamos vencer essa pandemia com amor, e seguindo as orientações que a comunidade cientifica nos orienta a ter, lavando as mãos, ficando em casa, cuidando dos mais vulneráveis e doentes... Se a comunidade cientifica nos pede isso, se a Organização Mundial de Saúde nos orienta a isso, é porque o progresso da humanidade por meio de tudo que já passou e com a permissão Divina chegou a essa resolução cientifica, que são coisas básicas, de fácil entendimento e que todos podemos fazer e entender; os que tem dificuldades de entendimento ou financeiro, devemos amparar a esses irmãos com o que necessitam. É crucial para salvar vidas (que pode ser a vida dos nossos entes queridos) que escutemos as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Unidos faremos toda a diferença.

         Deus nunca desampara. Estamos sendo amparados e vamos ser amparados pelo infinito Amor de Deus quando tudo isso passar, os meios para nos mantermos financeiramente vão nos ser mostrados, repetiremos sempre que Deus não nos desampara, e ainda temos a capacidade amorosa de ajudar aqueles que estão precisando e que irão precisar.

        Lembremos dessa máximos do Cristo Jesus:

“Não vos inquieteis, pois, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou de que nos vestiremos? Como fazem os pagãos que procuram todas essas coisas; porque vosso pai sabe que delas tendes necessidade.

Procurai, pois, primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas cosias vos serão dadas por acréscimo. Por isso, não estejais inquietos pelo dia de amanhã , porque o dia de amanhã, cuidará de si mesmo. A cada dia basta o seu mal.” (Mateus, cap. VI, v. 31 a 34)


Escrito pelo Blog Jardim Espírita.

domingo, 15 de março de 2020

A nossa força...


"A nossa força está na Fé da oração em uma sincera conversa com Deus.

Quem mantém acesa a chama da Fé no coração, recebe milagres.

Tentar mudar alguém porque seu comportamento não nos agrada está longe de ser boa ideia. É na autenticidade que o verdadeiro carácter se revela.

Que Deus nos abençoe a cada manhã, a cada passo, a cada pensamento, em cada sonho, em nosso trabalho e em tudo que nos possa fazer melhores.

Não pense que pode mudar outra pessoa. Vaidade faz você perder tempo.

Ninguém pode ofertar, dar e prometer o que não tem e muito menos o que não existe.

Não importa o tempo que leve, toda a ingratidão um dia volta para quem a cometeu.

O ego transmite o orgulho dos tolos.

Às vezes nos transformamos naquilo que mais tememos.

Conhecimento não aumenta inteligência.

Fazer o bem simplesmente porque é certo fazer o bem, e não porque você garantirá um lugar no céu.

Tudo bem não estar bem, a vida nem sempre nos presenteia com flores e manjares. Viver requer coragem e às vezes isso pode doer muito.

Ninguém constrói felicidade em cima de tristeza alheia.

Era assim...tinha quase tudo... vacilou, escorregou... deixou-se levar pela emoção... tomou uma rasteira... escolheu mal a semente. Hoje vive reclamando, cultivando o que plantou.

Evolua tanto que os outros precisarão conhecer você de novo.

Mesmo quando a vida fica difícil sorria. Um sorriso atrai bons fluídos.

O mal existe, assim como o bem, somente no caminho do bem é que encontraremos a Verdade, a Paz e o Amor que tanto Almejamos."


(pensamentos)





























domingo, 8 de março de 2020

Amor e Paixão...


O texto não é meu, mas gostaria de partilhar convosco, fica o endereço caso queiram visitar... merece a pena...



Muitas pessoas se preocupam em saber se estamos diante da pessoa que escolhemos no mundo espiritual para ser nosso marido ou esposa. Quem dera que a gente soubesse! Se fosse possível essa identificação sem nenhuma margem de erro, as uniões conjugais seriam muito felizes!

Não é importante saber se o nosso parceiro ou parceira é alguém que elegemos antes de reencarnarmos. O importante é verificarmos se os gostos e tendências do outro demonstram que existe afinidade entre nós, independentemente de já termos convivido com ele ou não. O importante não é uma parceria previamente definida, mas é a formação e a manutenção de uma parceria feliz.





Uma pessoa adequada para nós é aquela que nos produz emoções, não aquela que nos provoca sensações. Se um rapaz encontra uma moça e imediatamente sente a irrupção do desejo sexual, isto é uma sensação. Mas se ele a vê, e logo sente por ela um encantamento especial, um impulso para se aproximar com cuidado e gentileza, estará diante de uma emoção, que tem caráter mais profundo. Por outro lado, uma moça conhece um rapaz e logo o associa à imagem de um ator famoso, que lhe desperta sonhos eróticos e que agora vê de alguma forma materializado na figura do jovem que encontrou. Isto representa uma sensação, uma eclosão de interesse sexual. Contudo, se ela se depara com o rapaz e sente alegria por vê-lo, uma necessidade de estar ao seu lado e de conversar, de tocar-lhe a mão com ternura, ela experimentou uma emoção, o desabrochar de uma centelha de afetividade.

No caso do rapaz que se encantou com uma jovem, e no episódio da moça que se sentiu feliz com o encontro, a comprovação da afinidade se fará somente mais tarde, à medida que o relacionando se tornar mais profundo, porque o sentimento estará mais bem caracterizado. Em caso de se confirmar a afinidade é provável que a pessoa que está em nossa companhia seja uma alma querida, que antes de renascer se comprometeu conosco para a formação de uma família saudável. No entanto, não há como estabelecer critérios infalíveis para essa conclusão.

Se a decisão de unir-se a outra pessoa exige uma análise cuidadosa, que se inicia no
autoconhecimento e tem continuidade na convivência com o outro, isto se torna um dos aprendizados mais importantes para o jovem: a distinção entre amor e paixão.

É medida de urgência que o jovem identifique quando encontrou o amor ou quando foi acometido por um surto de paixão que terá existência breve.

No campo do relacionamento a dois, identificamos duas formas de atração que se hospedam na intimidade do ser humano.

A primeira delas é a paixão, a atração provocada pelos instintos, que surge como uma febre de desejo e está relacionada ao impulso para a procriação. A paixão pode até ser interpretada como uma forma de amor, mas um amor primitivo e imediatista, que todos trazemos das experiências evolutivas do processo antropossociopsicológico, permanecendo em nós para favorecer a perpetuação da vida.

A outra forma de atração que nos motiva a estabelecer vínculos é o amor propriamente dito, verdadeiro e plenificador. Este sentimento também nos impulsiona ao intercurso sexual, cuja finalidade precípua, além da continuidade da espécie, é o intercâmbio de hormônios psíquicos, de vibrações emocionais que sustentam a vida e realimentam os sentimentos profundos daqueles que mantém um vínculo afetivo.

Muitos autores da história da Filosofia, como Epicuro, que viveu aproximadamente no ano 350 antes de Cristo, estabeleceram que a felicidade depende do prazer. Esse pressuposto é o fundamento da doutrina hedonista, segundo a qual para estar realizado o indivíduo necessita ter poder para comprar o que deseja, amealhando posses materiais e desfrutando de todas as oportunidades de prazer que estiverem ao seu alcance.

Neste sentido, o sexo exerce papel preponderante, porque a proposta hedonista se perpetuou em nossa esfera emocional até hoje. Como a maioria de nós vive preocupada em atender ao prazer, mas não consegue obter todos os bens materiais e o poder social que gostaria de possuir, o sexo, na sua feição de instrumento da paixão, acaba tornando-se uma válvula de escape para nossas fugas psicológicas. O ser humano decide praticar o sexo para experimentar o prazer sem a necessidade de ter culpa ou conflito, entendendo que se não está enfrentando ou prejudicando o seu semelhante para obter vantagens materiais, tudo estará dentro de um padrão de normalidade. Ele poderá desfrutar do prazer sexual sem se perturbar e conservando a consciência tranquila. Por isso, a pessoa troca de parceiros sempre buscando experiências agradáveis e aventuras, esquecendo-se de que após o orgasmo, quando advém o relaxamento do corpo e o repouso, a sensação de prazer é logo substituída por um sentimento de frustração. Com a continuidade das experiências malsucedidas, o indivíduo vai lentamente descobrindo que o prazer verdadeiro somente poderá ser vivenciado quando o sexo estiver fixado num sentimento profundo de amor.

Na história evolutiva do espírito, a paixão e o amor se encontram como duas vertentes à disposição do livre-arbítrio, a partir de cuja escolha ocorre o nosso desenvolvimento moral ou a nossa decadência espiritual. Quando optamos pela paixão, estacionamos voluntariamente em alguns degraus da evolução até nos resolvermos pela libertação das amarras da inferioridade mediante a conquista do amor."






Fonte: Livro – Sexo e Consciência. Divaldo Franco, organizado por Luiz Fernando Lopez.