RACCA

domingo, 26 de julho de 2020

Desencarnação...

Vale a pena visitar, deixo a fonte, para mais tarde consultar...

Fonte: http://jardim-espirita.blogspot.com/2020/06/desencarnacao.html


DESENCARNAÇÃO


- Podemos considerar a desencarnação da alma, em plena infância, como uma punição das Leis Divinas, na maioria das vezes?
- Muitas existências são frustradas no berço não por simples punição externa da Lei Divina, mas porque a própria Lei Divina funciona em todos nós, desde todos existimos no hausto do Criador.
Frequentemente, por meio do suicídio, integralmente deliberado, ou do próprio desregramento, operamos em nossa alma calamitosos desequilíbrios, quais tempestades ocultas, que desencadeamos, por teimosia, no campo da natureza íntima.
Cargas venenosas, instrumentos perfurantes, projetis fulminatórios, afogamentos, enforcamentos, quedas calculadas de grande altura e multiformes viciações com que as criaturas responsáveis arruínam o próprio corpo ou o aniquilam, impondo-lhe a morte prematura, com plena desaprovação da consciência, determinam processos degenerativos e desajustes nos centros essenciais do psicossoma, notadamente naqueles que governam o córtex, encefálico, as glândulas de secreção interna, a organização emotiva e o sistema hematopoético.
Ante o impacto da desencarnação provocada, semelhantes recursos da alma entram em pavoroso colapso, sob traumatismo profundo, para o qual não há termo correlato na diagnose terrestre.
Indescritíveis flagelações, que vão da inconsciência descontínua à loucura completa, senhoreiam essas mentes torturadas, por tempo variável, conforme as atenuantes e agravantes da culpa, induzindo as autoridades superiores a reinterná-las no plano carnal, quais enfermos graves, em celas físicas de breve duração, para que se reabilitem, gradativamente, com a justa cooperação dos Espíritos reencarnados, cujos débitos com eles se afinem.
Eis por que um golpe suicida no coração, acompanhado pelo remorso, causará comumente diátese hemorrágica, com perda considerável da protrombina do sangue, naqueles que renascem para tratamento de recuperação do corpo espiritual em distonia; o autoenvenenamento ocasionará, nas mesmas condições, deploráveis desarmonias nas regiões psicossomáticas correspondentes à medula vermelha, conturbando o nascimento das hemácias, tanto em sua evolução intravascular, dentro dos sinusoides, como também na sua constituição extravascular, no retículo, gerando as distrofias congênitas do eritrônio com hemopatias diversas; os afogamentos e enforcamentos, em identidade de circunstâncias, impõem naqueles que os provocam os fenômenos da incompatibilidade materno-fetal, em que os chamados fatores Rh, de modo geral, após a primeira gestação, permitem que a hemolisina alcance a fronteira placentária, sintonizando-se com a posição mórbida da entidade reencarnante, a se externarem na eritroblastose fetal, em suas variadas expressões; e o voluntário esfacelamento do crânio, a queda procurada de grande altura e as viciações do sentimento e do raciocínio estabelecem no veículo espiritual múltiplas ocorrências de arritmia cerebral, a se revelarem nos doentes renascituros, por meio da eclampsia e da tetania dos latentes, da hidrocefalia, da encefalite letárgica, das encefalopatias crônicas, da psicose epiléptica, da idiotia, do mongolismo e de várias doenças oriundas da insuficiência glandular.
Claro está que não relacionamos nessa sucinta apreciação os problemas do suicídio associado ao homicídio, os quais, muita vez, se fazem seguidos, em reencarnação posterior do infeliz, por lamentáveis reações, com a morte acidental ou violenta na infância, traduzindo estação inevitável no ciclo do resgate.
No que tange, porém, às moléstias mencionadas, surgem todas elas no mais diferentes períodos, crestando a existência do veículo físico, via de regra, desde a vida in útero até os 18 e 20 anos da experiência recomeçante e, como vemos, são doenças secundárias, porquanto a etiologia que lhes é própria reside na estrutura complexa da própria alma.
Urge ainda considerar que todos os enfermos dessa espécie são conduzidos a outros enfermos espirituais – os homens e as mulheres que corromperam os próprios centros genésicos pela delinquência emotiva ou pelos crimes reiterados do aborto provocado, em existências do pretérito próximo, para que, servindo na condição de atendentes e guardiões de companheiros que também se conspurcaram perante a eterna Justiça, se recuperem, a seu turno, regenerando a si mesmo pelo amoroso devotamento com que lutam e choram, no amparo aos filhinhos condenados à morte, ou atormentados desde o berço.
Segundo observamos, portanto, as existências interrompidas, no alvorecer do corpo denso, raramente constituem balizas terminais de prova indispensável na senda humana, porque, na maioria dos sucessos em que se evidenciam, representam cursos rápidos de socorro ou tratamento do corpo espiritual desequilibrando por nossos próprios excessos e inconsequências, compelindo-nos a reconhecer, com o apóstolo Paulo (I Coríntios, 6:19 e 20), que o nosso instrumento de manifestação, seja onde for, é templo da força divina, por intermédio do qual, associando corpo e alma, nos cabe a obrigação de aperfeiçoar-nos, aprimorando a vida, na exaltação constante a Deus.
- Há casos de desencarnação estando o Espírito desdobrado, por exemplo, nas zonas umbralinas e o corpo em estado comatoso?
- Isso pode acontecer perfeitamente, do ponto de vista da exteriorização do pensamento, porque céu e inferno, exprimindo equilíbrio e perturbação, alegria e dor, começam invariavelmente em nós mesmos.

- Os Espíritos encarnados que sofreram desequilíbrio mental de alta expressão voltam imediatamente à lucidez espiritual após a desencarnação?
-  Isso nunca sucede, porquanto a perturbação dilatada exige a convalescença indispensável, cuja duração naturalmente varia com o grau de evolução do enfermo em reajuste.

Fonte: Livro – Evolução em dois mundos. Psicografia de Chico Xavier. Pelo Espírito André Luiz. Segunda parte, capítulo 17.

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domingo, 19 de julho de 2020

Depoimento de uma Suicida

Fonte: http://jardim-espirita.blogspot.com/

DEPOIMENTO DE UMA SUICIDA

            Este depoimento de uma suicida está no livro Estante da Vida, psicografia de Chico Xavier, pelo Espírito Irmão X, capítulo 2. Esta entrevista nos leva ao conhecimento do que pode ocorrer com os suicidas, lembrando que cada caso é um caso, e não existem dois casos iguais. Mas, esta experiência desta suicida nos leva a reflexão do que pode ocorrer com o suicida depois da morte do corpo físico, nos trazendo melhor compreensão, para nos conscientizarmos de que suicídio nunca vai ser a melhor opção, e nunca será uma saída para soluções de problemas, e sim, complicar mais ainda a situação e a vida, levando a sofrimentos inimagináveis.

Depoimento
Aqui vai, meu amigo, a entrevista rápida  que você solicitou ao velho jornalista desencarnado com uma suicida comum. Sabe você, quanto eu, que não existem casos absolutamente iguais. Cada um de nós é um mundo por si. Para nosso esclarecimento, porém, devo dizer-lhe que se trata de jovem senhora que, há precisamente catorze anos, largou o corpo físico, por deliberação própria, ingerindo formicida. 
Mais alguns apontamentos, já que não podemos transformar o doloroso assunto em novela de grande porte: ela se envenenou no Rio, aos trinta e dois de idade, deixando o esposo e um filhinho em casa; não era pessoa de cultura excepcional, do ponto de vista de cérebro, mas caracterizava-se, na Terra, por nobres qualidades morais, moça tímida, honesta, operosa, de instrução regular e extremamente devotada aos deveres de esposa e mãe. 
Passemos, no entanto, às suas onze questões e vejamos as respostas que ela nos deu e que transcrevo, na íntegra:
A irmã possuía alguma fé religiosa, que lhe desse convicção na vida depois da morte?                         Seguia a fé religiosa, como acontece a muita gente que acompanha os outros no jeito de crer, na mesma situação com que se atende aos caprichos da moda. Para  ser sincera, não admitia fosse encontrar a vida aqui, como a vejo, tão cheia de problemas ou, talvez, mais cheia de problemas que a minha existência no mundo.
 Quando sobreveio a morte do corpo, ficou inconsciente ou consciente?                                                  Não conseguia sequer mover um dedo, mas, por motivos que ainda não sei explicar, permaneci completamente lúcida e por muito tempo.
Quais as suas primeiras impressões ao verificar-se desencarnada?                                                         Ao lado de terríveis sofrimentos, um remorso indefinível tomou conta de mim. Ouvia os lamentos do meu marido e de meu filho pequenino, debalde gritando também, a suplicar socorro. Quando o rabecão me arrebatou o corpo imóvel, tentei ficar em casa mas não pude. Tinha a impressão de que eu jazia amarrada ao meu próprio cadáver pelos  nós de uma corda grossa. Sentia em mim, um fenômeno de repercussão que não sei definir, todos os baques do corpo ao veículo em correria; atirada com ele a um comportamento do necrotério, chorava de enlouquecer. Depois de poucas horas, notei que alguém me carregava para a mesa de exame. Vi-me desnuda de chofre e tremi de vergonha. Mas a vergonha fundiu-se no terror que passei a experimentar ao ver que dois homens moços me abriam o ventre sem nenhuma cerimônia, embora o respeitoso silêncio com que se davam à pavorosa tarefa. Não sei o que me doía mais, se a dor indescritível que me percorria a forma, em meu novo estado de ser, quando os golpes do instrumento cortante me rasgavam a carne. Mas, o martírio não ficou nesse ponto, porque eu, que horas antes me achava no conforto do meu leito domestico, tive de aguentar duchas de água fria na vísceras expostas, como se eu fosse um animal dos que eu vira morrer, quando menina, no sítio de meu pai ... Então, clamei ainda mais por socorro, mas ninguém me escutava, nem via..
Recorreu à prece no sofrimento?                                                                                                                 Sim, mas orava, à maneira dos loucos desesperados, sem qualquer noção de Deus... Achava-me em franco delírio de angústia, atormentada por dores físicas e mentais... Além disso, para salvar o corpo que eu mesma destruíra, a oração era um recurso de que lançava mão, muito tarde. 
Encontrou amigos ou parentes, em suas primeiras horas no plano espiritual?                                       Hoje sei que muitos deles procuravam auxiliar-me, mas inutilmente, porque a minha condição de suicida me punha em plenitude de forças físicas. As energias do corpo abandonado como que me eram devolvidas por ele e me achava tão materializada em minha forma espiritual quanto na forma terrestre. Sentia-me completamente sozinha, desamparada... 
Assistiu ao seu próprio enterro?                                                                                                                   Com o terror que o meu amigo é capaz de imaginar. 
Não havia espíritos benfeitores no cemitério?                                                                                             Sim, mas não poderia vê-los. Estava mentalmente cega de dor. Senti-me sob a terra, sempre ligada ao corpo, como alguém a se debater num quarto abafado, lodoso e escuro... 
Que aconteceu em seguida?                                                                                                                          Até agora, não consigo saber quanto tempo estive na cela do sepulcro, seguindo, hora a hora, a decomposição de meus restos... Houve, porém, um instante em que a corda magnética cedeu e me vi libertada. Pus-me de pé sobre a cova. Reconhecia-me fraca, faminta, sedenta, dilacerada...Não havia tomado posse de meus próprios raciocínios, quando me vi cercada por uma turma de homens que, mais tarde, vim a saber serem obsessores cruéis. Deram-me voz de prisão. Um deles me notificou que o suicídio era falta grave, que eu seria julgada em corte de justiça e que não me restava outra saída, senão acompanhá-los ao tribunal. Obedeci e, para logo, fui por eles encarcerada em tenebrosa furna, onde pude ouvir o choro de muitas outras vítimas. Esses malfeitores me guardaram em cativeiro e abusavam da minha condição de mulher, sem qualquer noção de respeito ou misericórdia... Somente após muito tempo de oração e remorso, obtive o socorro de espíritos missionários, que me retiraram do cárcere, depois de enormes dificuldades, a fim de me internarem num campo de tratamento.
 Por que razão decidiu matar-se?                                                                                                                  Ciúmes de meu esposo, que passara a simpatizar com outra mulher.
Julga que a sua atitude lhe trouxe algum benefício?                                                                                  Apenas complicações. Após seis anos de ausência, ferida por terríveis saudades, obtive permissão para visitar a residência que eu julgava como sendo minha casa no Rio. Tremenda surpresa!... Em nada adiantara o suplício. Meu esposo, moço ainda, necessitava de companheira e escolhera para segunda esposa a rival que eu abominava... Ele e meu filho estavam sob os cuidados da mulher que suscitava ódio e revolta... Sofri muito em meu orgulho abatido. Desesperei-me. Auxiliada pacientemente, contudo, por instrutores caridosos, adquiri novos princípios de compreensão e conduta... Estou aprendendo agora a converter aversão em amor. Comecei procedendo assim por devotamento ao meu filho, a quem ansiava estender as mãos, e só possuía, no lar, as mãos dela, habilitadas a me prestarem semelhante favor... A pouco e pouco, notei-lhe as qualidades nobres de caráter e coração e hoje a amo, deveras, por irmã  de minh’alma... Como pode observar, o suicídio me intensificou a luta íntima e me impôs, de imediato, duras obrigações.
 Que aguarda para o futuro?                                                                                                                         Tenho fome de esquecimento e de paz. Trabalho de boa vontade em meu próprio burilamento e qualquer que seja a provação que me espere, nas corrigendas que mereço, rogo à Compaixão Divina me permita nascer na Terra, outra vez, quando então conto retornar o ponto de evolução em que estacionei, para consertar as terríveis consequências do erro que cometi.
                                                               ***
Aqui, meu caro, termina o curioso depoimento em que figurei na posição de seu secretário
Sinceramente, não sei porque você deseja semelhante entrevista com tanto empenho. Se é para curar doentia ansiedade em pessoa querida, inclinada a matar-se, é possível que você alcance o objetivo almejado. Quem sabe? O amor tem força para converter e instruir. Mas se você supõe que esta mensagem pode servir de instrumento para alguma transformação na sociedade terrena, sobre os alicerces da verdade espiritual, não estou muito certo quanto ao êxito do tenta-me. Digo isso, porque, se estivesse aí, no meu corpo de carne, entre o frango assado e o café quente, e se alguém me trouxesse a ler a presente documentação, sem duvida que eu julgaria tratar-se de uma história da carochinha.

Fonte: Livro – Estante da Vida. Psicografia de Chico Xavier. Pelo Espírito Irmão X. Capítulo 2 – Depoimento. 






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domingo, 12 de julho de 2020

Tudo é energia à nossa volta...


Fonte:

https://www.dicasonline.com/afaste-energias-negativas/?utm_medium=org&utm_campaign=ricardo&utm_source=pin





Como afastar energias negativas com atitudes poderosas...


A energia negativa de alguns ambientes e pessoas pode afetar seu estado físico e psicológico. Veja estas dicas para ficar longe das más energias.


A energia está por todo lugar. Boa, ruim ou neutra, você é capaz de senti-la, mesmo que muitas vezes não dê atenção para os seus sinais. As energias trocadas entre pessoas e que circulam nos ambientes são mais facilmente reconhecidas por quem tem o sexto sentido mais aguçado. Porém, mesmo quem não se considera tão sensível consegue percebê-las, pois são mais evidentes. Então, veja essas dicas de como afastar energias negativas.

6 Dicas para afastar energias negativas

Se você já esteve em um ambiente ou na companhia de pessoas que o fizeram sentir um estranho mal estar, mesmo parecendo que tudo estava normal, pode ter sido o efeito de energias negativas. No caso de pessoas, nem sempre elas sabem que carregam essa energia, então, não significa que sejam mal intencionadas.

A boa notícia é que, como tudo à sua volta é feito de energia materializada em moléculas, células e tecidos, você tem a capacidade de bloquear ou atrair as energias que o cercam.

Veja essas dicas para afastar energias negativas, especialmente vinda das pessoas, e comece a praticar para impedir que afetem seu estado físico e emocional.

1. Ignore comentários negativos

Você não pode impedir que pessoas falem coisas desagradáveis sobre você ou falem de assuntos que o afetem negativamente. O que está a seu alcance é bloquear o efeito que essas palavras exercem sobre você, ignorando o que ouviu e redirecionando seu pensamento a coisas agradáveis.

2. Saiba dizer não

Há uma grande carga negativa que se aproxima quando uma pessoa tem a pretensão de abusar da sua boa vontade. Quando você permite que isso aconteça, aceitando a situação mesmo sabendo que é mal intencionada, acaba abraçando a energia negativa. Não tenha medo de dizer não em uma situação dessas.

3. Preserve e alimente as energias positivas

Já que você não pode mudar tudo à sua volta, nem deixar de estar em determinados ambientes ou na companhia de determinadas pessoas, aproveite todos os momentos que puder para recarregar suas energias. Faça atividades relaxantes, agradáveis e descanse.

4. Pratique o autoconhecimento

Para desenvolver cada vez mais a capacidade de afastar energias negativas, você precisa se autoconhecer. Sempre que puder, converse consigo mesmo, reconheça suas fraquezas para evitar ser surpreendido negativamente quando outras pessoas apontarem seus erros.

Da mesma forma, saiba reconhecer seus pontos fortes e tenha amor-próprio. Assim, você desenvolverá naturalmente uma proteção de energia positiva ao seu redor, que irá acompanhá-lo e protegê-lo em qualquer lugar.

5. Atraia pessoas com boa energia

Chega um ponto da vida em que você já conheceu pessoas o suficiente para saber identificar comportamentos bons e ruins. Então, preste mais atenção antes de aceitar novas pessoas no seu círculo de convivência, quando essa escolha for possível. Da mesma forma, não tenha receio de se afastar das pessoas que estão sugando sua boa energia.

6. Use o poder do misticismo positivamente

Se você acredita no misticismo, nas simpatias para afastar energias negativas e nas superstições, use-as a seu favor e para praticar o bem.

Faça suas orações diárias;

Tudo o que fizer mentalizando o que deseja afastar e atrair vai trazer resultado nos pequenos detalhes da sua rotina.

Praticando essas dicas, você perceberá uma grande mudança em vários aspectos da sua vida. Na sua relação consigo mesmo e com os outros. Na sua saúde física e emocional, conseguindo seguir em frente e evoluir como ser humano.



Tudo é energia à nossa volta, aqui:

https://allissonecompanhia.blogspot.com/2018/03/tudo-e-energia-nossa-volta.html







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domingo, 5 de julho de 2020

É Chegada a Hora...

Fonte: http://jardim-espirita.blogspot.com/2020/05/musica-espirita-e-chegada-hora.html



Música Espírita: É Chegada a Hora

Música: É chegada a hora 
CD: Luz de Chrystal 
Cantora: Helena Cristina




LETRA DA MÚSICA: É Chegada a Hora


Por que estas parado ai, irmão?
Sem rumo, sem direção.

A boa nova nos chama
É jesus quem clama
Por nossa renovação! (BIS)

Meu irmão não te demora
Tudo na vida tem hora,
Ela é evolução.

O momento é agora
É chegada a hora da
Grande separação


Do joio e do trigo, grão a grão (BIS)

Um mundo novo surgirá
Dessa transformação
Um mundo novo surgirá
De paz e união.

INTRODUÇÃO

REPETE TODA A MÚSICA NA INTEGRA

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