domingo, 23 de junho de 2019

Mandala



A Mandala, cujo termo sânscrito significa “círculo” ou “completude”, é um yantra circular que simboliza o Universo.

Representa também a procura pela paz interior, a qual é retratada pelos padrões entrelaçados e que têm como finalidade a própria orientação do pensamento. Isso porque o seu formato auxilia a meditação.

Significado das Cores da Mandala

Um dos aspectos mais importantes das mandalas são as cores. 
O branco simboliza a pureza.
O azul simboliza a sabedoria.
O vermelho simboliza a compaixão.
O rosa expressa feminilidade

Formação da Mandala

A mandala tibetana é basicamente constituída de cinco importantes aspectos.
O interior da mandala é um círculo que representa o Cosmo. Nele estão as divindades Hevjara e Nairatma representando a iluminação, enquanto à sua volta estão as darkinis - que são oito figuras femininas - representando os pontos cardeais.
À volta do círculo há um quadrado com quatro aberturas, as quais representam gentileza, compaixão, simpatia e serenidade. Em torno desse quadro, por sua vez, encontram-se círculos que representam os aspectos cósmicos, a energia e a atmosfera. Fora dos círculos existem algumas figuras que têm como função a protecção.

Na Psicologia

Carl Gustav Jung estudou em profundidade a simbologia das mandalas. Jung as relacionou a simbologia universal do círculo e da representação simbólica da psique com as funções de conservação da ordem psíquica, tomada de consciência, integridade e criação.

Na Natureza

A mandala está presente também na natureza. Exemplo disso é o girassol e os anéis das árvores, cujos espirais representam o Universo.

Na Espiritualidade

O maior monumento budista do mundo se assemelha a uma mandala. Chama-se Borobudur e é formado por pisos onde estão 504 estátuas de Buda. O Borobudur simboliza o esclarecimento e o caminho para alcançá-lo.

Na Tatuagem

A imagem da mandala é muito rica em detalhes. É uma tatuagem que serve tanto o género masculino como o feminino e que são feitas em locais de destaque em recorrência da sua complexidade.
Elas reflectem o significado do símbolo, especialmente no budismo, que representa a procura pela paz interior. Assim, ao passo que representam o budismo, a escolha das cores tende a ser feita mediante o significado que elas têm nessa religião.

Benefícios da Mandala

Os benefícios de fazer e pintar uma mandala são muitos. Aquele que a confecciona fica concentrado numa tarefa específica e assim pode canalizar sua atenção.
Dessa forma, entra num estado de concentração comparável ao transe místico. Igualmente, o mesmo tipo de foco que acontece com os atletas e músicos quando estão empenhando suas funções.
Além disso, o autor exercita sua criatividade e seu poder de decisão ao lidar com a escolha de cores e padrões geométricos distintos.
Desta maneira, a mandala vem sendo utilizada para tratamentos em patologias como deficit de atenção, depressão, stress e como terapia ocupacional.










domingo, 16 de junho de 2019

Minutos de Sabedoria ...



Não ponha limites à sua vida !
Procure ouvir as notas harmoniosas e sublimes do canto maravilhoso que se evola da natureza.
Viva sorridente e alegre, para espantar as preocupações, para aliviar as lutas.
Mergulhe sua alma na alma da natureza: absorva a luz do sol, goze a suavidade da lua, contemple o esplendor das estrelas, aspire o perfume das flores.
A vida é bela, apesar das dores e dos contratempos.

(C. Torres Pastorino)




domingo, 9 de junho de 2019

Ritmos e Ciclos...


Muitos ritmos e ciclos encontram-se presentes no Cosmos e influenciam a nossa vida, da alma às células, uns mais evidentes outros menos conhecidos.

Ora o dia do nascimento marca para cada um o início do seu ano, tal o ciclo anual da Natureza: os três primeiros meses correspondem à Primavera, os três seguintes ao Verão, ambos activos, e em que nos sentimos optimistas, capazes de melhorar-nos e de contribuir para a evolução da Humanidade. Seguem-se os meses do Outono e os do Inverno, em que surgem ora mais obstáculos e cansaço ora os frutos do que semeámos e trabalhámos anteriormente.

Nos 365 dias do nosso ano há então a passagem gradual da Primavera ao Inverno, com a alternância de momentos importantes, tradicionalmente assim apresentados numa contagem a partir do dia de nascimento: entre o 30º e o 36º dia há uma pulsão mais positiva, na qual podemos dinamizar as prioridades evolutivas do ano. 
Pelo 45º dia após o nascimento, cautela com dois dias negativos.
Entre o 60º e o 73º, época mais positiva, em que podemos agir confiantemente.
Aos 90 dias, tensão e dificuldades apelam à nossa prudência e ao recolhimento para nos alinharmos com o nosso ser mais profundo e os seus objectivos.
Aos 120 dias surge a melhor época do ano, correspondente ao trígono astrológico. Entramos no nosso Verão: multiplique-se nestes dias, acolha pessoas e auxílios mas mantenha-se ligado ou aspirando, a Deus.
Ao 135º dia, cuidado para não tropeçar; reentra porém logo no seu ciclo positivo, tendo mesmo ao 144º dia uma altura muito auspiciosa.
A entrada no Outono dá-se ao 180º dia a oposição, quando as dificuldades de realização e a diminuição de forças começam, atingindo o máximo de negatividade (cuidado) no dia 221ºdia.
Ao 240º dia há uma ajuda e aproveite-a para resolver problemas ou indecisões, pois de novo ao 275º dia recolhe os resultados do que tem andado a fazer e a pensar: ore, medite e aja com prudência.
305 dias depois do nascimento há outra bênção de energias ascensionais, preparando-o para o Inverno, entrado ao 320º dia, quando se pode sentir cansado, indeciso ou desanimado.

Medite, ore, estude, instrua-se com pessoas amigas, e sorria com esperança pois em breve entrará no arco ascendente da espiral da vida.
Contemple então no seu dia de anos o céu estrelado de onde veio, relembre-se que é um espírito imortal, comungue com seus pais e antepassados, mestres e anjos, seja um com a grande Alma Portuguesa e a Alma do Mundo e, claro, com a Luz e o Espírito Eterno e Original.
Saiba transmutar e beneficiar com os dias difíceis e singrar beneficamente nos auspiciosos...

(autor desconhecido)









domingo, 2 de junho de 2019

A prece...




«... A prece é uma invocação, mediante a qual o homem entra, pelo pensamento, em comunicação com o ser a quem se dirige. Pode ter por objeto um pedido, um agradecimento ou uma glorificação. Podemos orar por nós mesmos ou por outrem, pelos vivos ou pelos mortos...
 
Há quem conteste a eficácia da prece, com fundamento no princípio de que, conhecendo Deus as nossas necessidades, inútil se torna expor-lhas....
 
O que Deus lhe concederá sempre, se ele o pedir com confiança, é a coragem, a paciência, a resignação. Também lhe concederá os meios de se tirar por si mesmo das dificuldades, mediante ideias que fará lhe sugiram os bons Espíritos, deixando-lhe dessa forma o mérito da ação...
 
Está no pensamento o poder da prece, que por nada depende nem das palavras, nem do lugar, nem do momento em que seja feita. Pode-se, portanto, orar em toda a parte e a qualquer hora, a sós ou em comum...
 
...Pedir luz para clarear o caminho
Pedir forças para resistir ao mal
Pedir assistência aos bons Espíritos
Pedir bons conselhos
Agradecer, sempre, sempre
 
Ajuda-te a ti mesmo, que o céu te ajudará...»
 
(evangelho)